Garoto vira homem-invisível em escola no PR
Uma família de Imbituva, município localizado na região dos Campos Gerais do Paraná, surpreendeu a comunidade escolar ao enviar o filho de 10 anos fantasiado como um “homem-invisível” para a Escola Municipal Santa Terezinha.
Sucesso no Dia do Diferente O estabelecimento de ensino registrou a chegada de Gelson Davi Nazario e compartilhou a gravação na internet na sexta-feira (9), fazendo o conteúdo alcançar mais de 8,5 milhões de acessos.
O diretor da instituição, Thiago Antunes Santos, relatou que a inovação agradou bastante durante a data comemorativa em que os estudantes podem comparecer vestidos da maneira que preferirem.
“As crianças ficaram eufóricas, queriam correr atrás dele… Foi bem legal, bem criativo, a família está de parabéns e as crianças também! […] A gente faz esse ‘dia do diferente’ todo ano. Eu acho que criança é criança e tem que brincar, tem que ter esses dias para eles, porque eles ficam esperando, né?” É muito bacana e foram muitos pais que foram criativos”.
Mudança de planos de última hora Thaislaine Aparecida de Oliveira Svistun e José Augusto Nazario, responsáveis pelo garoto, planejavam enviá-lo caracterizado de vampiro, porém alteraram o figurino momentos antes de sair de casa.
“De última hora, faltavam uns 15 minutos pra sair, mais ou menos, eu fui ver o Instagram e apareceu o vídeo com a ideia. Aí a gente copiou”, relata a mãe.
A estrutura do disfarce O adereço foi montado utilizando um macarrão de piscina acoplado a uma tiara por meio de abraçadeiras de plástico. Além disso, palitos de churrasco foram fixados na espuma para sustentar um chapéu e óculos, igualmente presos com as abraçadeiras.
Por fim, uma camisa de tamanho maior que o menino foi vestida por cima do aparato, gerando a ilusão de ausência de cabeça, que ficava oculta entre os espaços dos botões.
Repercussão inesperada Conforme relato dos responsáveis, a confecção levou menos de um quarto de hora, gerando grande espanto diante da enorme visibilidade alcançada pelo registro digital.
“Foi uma surpresa, né?! A gente não estava esperando, porque foi uma coisa que a gente fez tão rapidinho ali, ele só foi. Tanto que, foi tão rápido, que eu falei para o pai dele: ‘Tira uma fotinho dele’, porque não deu tempo, e ele até esqueceu. Que bom que a escola registrou”, recorda a mãe.
