Homem é suspeito de filmar criança no Paraná

Um indivíduo de 33 anos é apontado como suspeito de ocultar um telefone celular dentro de um cômodo sanitário com o objetivo de registrar imagens de uma menina de 11 anos no município de Mato Rico, situado na área central paranaense. A descoberta ocorreu quando a própria vítima notou a presença do dispositivo durante o uso do espaço, paralisando a situação de imediato e relatando o ocorrido à sua genitora.

Investigação policial no Paraná

Como o investigado integrava o círculo de relacionamento próximo da família, a identidade dele foi preservada para resguardar a menor de idade. Conforme relatos oficiais, embora o suspeito tenha deletado a gravação do registro ilícito, a mãe da vítima conseguiu resgatar o conteúdo digital, confrontou o indivíduo e acionou as autoridades de segurança pública logo em seguida.

A corporação militar informou que os registros em vídeo revelam o momento exato em que o homem posiciona o equipamento eletrônico antes de a vítima ingressar no local para utilizar o vaso sanitário. Os agentes realizaram diligências na residência, mas o suspeito não foi encontrado no endereço, permanecendo foragido até o fechamento dos registros, enquanto a Polícia Civil conduz o inquérito.

Medidas protetivas e canais de denúncia

Diante da gravidade da ocorrência, os familiares da vítima formalizaram um pedido de medida protetiva para afastar o homem e impedir qualquer tipo de aproximação futura.

Casos de suspeita de violência, abuso ou exploração contra menores podem ser reportados por meio de canais oficiais de atendimento, como a Polícia Militar pelo número 190 para ocorrências imediatas, a Polícia Civil através do 197, ou o serviço nacional do Disque Direitos Humanos ligando para o 100.

A delegada Anielen Magalhães destaca a relevância da observação familiar e reforça a necessidade de apoio institucional.

“É muito importante, é um passo fundamental para romper ciclos, acreditar na palavra da vítima e procurar acreditar também na segurança pública. Portanto, acreditem nas crianças, nos adolescentes. Uma fala muito sexualizada, um comportamento muito reprimido, é preciso observar”, orienta a delegada.

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